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A Vida Maior que o Tempo

ciência
20 maio a 23 junho 2020
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As investigações em medicina regenerativa e genética, a individualização dos cuidados de saúde e a precisão de diagnóstico põem-nos perante a possibilidade de prolongarmos o nosso tempo de vida. Que saberes e técnicas são estas? Que transformações trazem ao modo como lidamos com o cuidado e a prevenção da nossa saúde? Que implicações económicas e sociais podem surgir do aumento da longevidade do ser humano? Quais os limites biológicos e éticos desta procura pela perpetuação da vida?

Neste ciclo de conferências, procura-se responder a estas perguntas e desvendar os desafios que podemos ter de enfrentar para acolher o contributo das pessoas que vivem longamente.

3 junho: 14h

Análise das repercussões de uma maior longevidade humana, nomeadamente na demografia mundial, na empregabilidade e na sustentabilidade dos sistemas de saúde e de segurança social. Ana João Sepúlveda, consultora nas áreas da Economia da Longevidade e do Envelhecimento Sustentado e Presidente da Associação Age Friendly Portugal, Maria João Valente Rosa, professora na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e Judite Gonçalves, professora na Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa de Economia da Saúde e Estatística são as oradoras convidadas desta sessão. 

3 junho: 16h30

Asghar Zaidi, investigador sénior no Instituto de Envelhecimento Populacional de Oxford e professor de Gerontologia na Universidade Nacional de Seoul (Coreia) e na Escola de Economia e Ciência Politica de Londres, recorda que o país onde nascemos, o ambiente em que vivemos e as circunstâncias sociais que enfrentamos têm de ser considerados, em conjunto com a nossa herança genética, na determinação da forma como envelhecemos. 

 

23 junho

A última conferência do ciclo acontece a e faz um ponto de situação à medicina regenerativa e à investigação sobre o processo de envelhecimento, abordando ainda as formas que têm sido encontradas para o desacelerar e os novos tratamentos possíveis para doenças crónicas. Alexandra P. Marques, investigadora da Universidade do Minho, António Jacinto, investigador do Centro de Estudos de Doenças Crónicas da Faculdade de Ciências Médicas, NOVA Medical School, Lino Ferreira, investigador Coordenador na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra e Mário Barbosa, anterior diretor do I3S – Instituto de Investigação e Inovação em Saúde da Universidade do Porto, são os participantes nesta sessão, às 14:00. Às 16:30, Joaquim M. S. Cabral, diretor e fundador do Instituto de Bioengenharia e Biociências do Instituto Superior Técnico dá conta d’O Papel da Medicina Regenerativa na Longevidade, discutindo a função das células estaminais e dos genes anti-envelhecimento no tratamento de doenças e na criação de órgãos para transplante (através da regeneração de tecidos, órgãos bio-artificiais ou da técnica de 3D-Biopriting). 

 

As conferências do ciclo Longevidade: Precisão, Implicações Sociais, Regeneração decorrem em português, com tradução simultânea em inglês, e são transmitidas em live streaming no Facebook e Youtube da Culturgest.

Os links para assistir aos streamings são disponibilizados no próprio dia.