O cinema português em destaque

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IndieLisboa 2018

  • "A Árvore" de André Gil Mata
     "A Árvore" de André Gil Mata
  • "Bostofrio, où le ciel rejoint la terre" de Paulo Carneiro
     "Bostofrio, où le ciel rejoint la terre" de Paulo Carneiro
  • "Tempo Comum" de Susana Nobre
     "Tempo Comum" de Susana Nobre
  • "Mariphasa" de Sandro Aguilar
     "Mariphasa" de Sandro Aguilar
  • "Our Madness" de João Viana
     "Our Madness" de João Viana

A 15ª edição do IndieLisboa apresenta mais de duas centenas de filmes entre 26 de abril e 6 de maio. A produção nacional continua a ser uma das grandes apostas do festival, que este ano assume o compromisso de, pela primeira vez na sua história, abrir e encerrar o evento com obras portuguesas. São 21 os filmes em destaque na secção Competitiva Nacional, que inclui longas e curtas-metragens, também na secção Novíssimos, que reúne os filmes de jovens cineastas, Portugal sobressai. Realiza-se ainda um programa de Sessões Especiais, que inclui obras portuguesas em antestreia nacional.

  • Competição Nacional

Nesta secção concorrem filmes portugueses que têm, na sua maioria, a primeira apresentação mundial.
As longas-metragens a concurso são cinco, no total:

  • A Árvore, filme de abertura, marca a estreia de André Gil Mata nas longas-metragens de ficção depois de várias curtas da sua autoria terem passado pelo festival. Filmado na Bósnia, durante os rigorosos meses de janeiro e fevereiro, apresenta uma criança e um homem sob uma árvore à beira rio, os dois partilham memória e um segredo.
  • Bostofrio, où le ciel rejoint la terre, de Paulo Carneiro, filmado na pequena aldeia de Boticas, é uma viagem documental que o realizador empreende para conhecer as suas origens.
  • Tempo Comum, de Susana Nobre, é a terceira longa-metragem da realizadora. Entre a ficção e a realidade retrata o momento marcante na vida de um casal: o nascimento da sua primeira filha. 
  • Mariphasa, de Sandro Aguilar, um realizador que está também de volta ao Indie com uma história centrada num homem que trabalha como segurança noturno num complexo industrial desativado e que perdeu a filha em circunstâncias dramáticas. Uma vida no limiar do colapso.
  • Our Madness, de João Viana dá continuidade à primeira longa-metragem, A Batalha de Tabatô, neste último trabalho o realizador acompanha Ernania que procura em Moçambique o marido e o filho.

Nas curtas-metragens há espaço para grande diversidade, desde as visões experimentais de Num País Estrangeiro, de Miguel Seabra Lopes e Karen Akerman, a partir da obra de Herberto Helder, ou The Great Attractor, de Rita Figueiredo, à ficção de Carlos Pereira em Histórias de Fantasmas, e a Fortuna, de Miguel Tavares, passando pelos relatos documentais de Os Mortos, de Gonçalo Robalo e Mapa-esquisito, de Jorge Vaz Gomes, entre muitos outros.

  • Sessões Especiais

Nestas sessões são apresentadas obras portuguesas em antestreia nacional.
Destaque para Raiva, de Sérgio Tréfaut, um filme inspirado no livro Seara de Vento, de Manuel da Fonseca. De salientar ainda a curta-metragem Quantas Vezes Tem Sonhado Comigo?, de Júlia Bisel, que através de escritos de Fernando Pessoa acompanha as personagens que caminham pela cidade de Lisboa. O Homem Pikante, de Edgar Pêra, O Passageiro, de Luís Alves Matos e a A Pedra Não Espera, de Graça Castanheira são outras das várias obras nacionais a que é possível assitir.

[por Ana Figueiredo]

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